Pra ser amigo, não precisar ser igual, pensar igual, gostar das mesmas coisas, pessoas diferentes também se atraem e podem trocar experiências interessantes, a gente aprende com um amigo! Uma amizade pode não durar pra sempre, mas “que seja eterno enquanto dure…” e é assim que termino esse post, para todos os meus amigos, os distantes, que já se foram, os que ainda estão presentes, e principalmente para aqueles que sempre estarão perto de mim: Feliz dia do amigo! Que não foi só ontem ou anteontem, é todo dia quando estamos juntos!!!!!!
sábado, 15 de agosto de 2009
Pra ser amigo, não precisar ser igual, pensar igual, gostar das mesmas coisas, pessoas diferentes também se atraem e podem trocar experiências interessantes, a gente aprende com um amigo! Uma amizade pode não durar pra sempre, mas “que seja eterno enquanto dure…” e é assim que termino esse post, para todos os meus amigos, os distantes, que já se foram, os que ainda estão presentes, e principalmente para aqueles que sempre estarão perto de mim: Feliz dia do amigo! Que não foi só ontem ou anteontem, é todo dia quando estamos juntos!!!!!!
Mudanças!!!!
O tripé da mudança
Mudamos por três razões básicas: idade, necessidade e vontade. Esta e outras afirmações estão em artigo que faz uma reflexão sobre os momentos de mudanças ao qual passamos. Confira!
Por que encontramos tantas dificuldades em realizar mudanças, sejam elas pessoais ou profissionais?
Poderíamos discorrer um livro inteiro sobre esse tema (ainda o farei), mas neste artigo vamos ao cerne da questão.
Mudamos por três razões básicas: idade, necessidade e vontade.
Aceitamos com naturalidade o fato de mudarmos a medida que o tempo passa, que a idade avança. Etapas novas vão surgindo. Escalas de valores vão se alterando. Algumas características permanecem e outras se alteram em função do andar da carruagem. São mudanças naturais que a própria vida se encarrega de realizar em nós.
Os outros dois motivos são mais complexos. Diferenças significativas distanciam necessidade (causas externas) de vontade (causas internas).
Por necessidade, chamamos todos os movimentos realizados em função de causas externas: um novo emprego, uma demissão, uma doença, um novo chefe, uma nova tecnologia, o crescimento de um concorrente, um novo produto para um novo mercado. Uma força externa faz com que ações venham a se realizar dentro de nós. Na maior parte das vezes, não gostamos do que está acontecendo, mas somos compelidos a aderir ao movimento. Rompemos nossa homeostase a contragosto. Normalmente, esses movimentos são radicais. Esses motivos externos modelam o tempo, via de regra, com um intervalo menor do que o desejado. Um novo emprego nos obriga a aceitar uma cultura diferente. Uma doença súbita leva-nos a novos hábitos. Uma nova tecnologia surge e nos obriga a adotá-la para não ficarmos fora de mercado. Novas atitudes são tomadas em função do crescimento do concorrente. Ou mudamos, ou a empresa perde mercado. A situação exige velocidade.
Passada a tempestade e os momentos iniciais dessa nova fase, que pode ser de vários meses, vimos que poderíamos ter realizado as mudanças vinculadas aos motivos em questão, sem as dores e contratempos com que a velocidade nos obrigou a fazê-las. Não queríamos ver o problema em si? Não tínhamos coragem de tomar as decisões por sabermos das dificuldades e riscos que iríamos passar? Por que prorrogamos por tanto tempo essas mudanças? Por que precisamos dessa força externa para “obrigar-nos” a mudar? Desculpas?
Faltou algo importante. Um toque mágico, um passo de coragem, um ato de determinação. Uma provocação? Um exemplo bem sucedido a ser seguido? Uma motivação? Quantas perguntas sem respostas....
Por vontade, chamamos todos os movimentos que realizamos através do nosso “eu”. De dentro para fora. A necessidade pode até estar no âmago da questão, servindo como mola propulsora da mudança ou apenas como indicador forte de que devemos mudar. A diferença básica entre a vontade (própria) e a necessidade, é que esta, provindo de razões externas, tende a desaparecer, quando essas forças deixam de atuar. A mudança, ou as mudanças, foram temporariamente dirigidas e pressionadas por uma causa externa. No caso da vontade, precisamos de uma força muito maior do que a anterior. Um movimento interno que nos induz a mudar.
Fazendo outra comparação, podemos dizer que a necessidade atua sobre a cabeça (razão), ao passo que a vontade mexe com o coração (sentimentos). Por esta forma de falar, podemos dizer que a vontade atua sobre uma parte do cérebro, gerando substâncias químicas relacionadas com o prazer, bem estar. Ao passo que a necessidade atua sobre outra parte do cérebro, relacionado à obrigação, dever, cobrança, sem o prazer e o bem estar da anterior.
Quando partimos para o campo da necessidade, os resultados podem também gerar prazer quando atingimos os objetivos que estávamos buscando. A origem porém, é diferente. A mudança causada pela vontade (força interna) nasce e encerra com prazer, ao passo que a causada pela necessidade inicia por obrigação e pode encerrar com prazer.
A base da vontade está intimamente ligada à motivação. Vamos agora examinar a palavra motivação e sua prima-irmã, provocação. Em ambas sobressai o sufixo “ação”. Parte importante em tudo que realizamos em nossas vidas. Já mencionei em outros artigos, mas vale a pena repetir. Existem três tipos de pessoas. As que fazem, as que deixam que os outros façam, resignando-se seja qual for o resultado e as que choram pelos cantos e reclamam pelas coisas que os outros fizeram e cujos (bons) respingos elas “não tiveram sorte” de receber.
Motivação significa “o ato de motivar”, do latim motivu, que move. Provocação significa “o ato de provocar” do latim provocare, desafiar. Que mais palavras precisamos para realizarmos transformações internas do que as acima mencionadas? Um desafio que nos faz mover. Sem obrigação. Por prazer de superar as dificuldades que possuímos. Por prazer de ver nossa(o) companheira(o) mais feliz. Por prazer de melhorar o ambiente familiar ou profissional. Por prazer de fazer o bem a um(a) amigo(a). Por prazer de entender que devemos mudar para preparar-nos para um futuro melhor. Por prazer de querer viver mais e com mais qualidade de vida. Para sermos mais felizes.
Se entendermos a última frase, estaremos dando um passo importante para realizar nossas mudanças tão esperadas por nós mesmos (e pelos que convivem conosco).
Mudem com prazer para serem mais felizes. Não é a única via, mas certamente todos nós temos que passar por esse difícil caminho da mudança. Decidam, ousem, corram riscos, mas mudem. Para melhor, para serem mais felizes.
Por Rui Carlos Pizzato (autor do livro chamado Fábrica de Sonhos - Editora Nova Prova - Livraria Sulina. E-mail: ruipizzato@ brazservice.com.br)
HSM Online
12/08/2009
terça-feira, 19 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
Esse texto não é para concordar e sim para refletir, ok!
Carta aberta para Renato Aragão, o Didi.
Carta aberta para Renato Aragão, o Didi.
(Garoto Propaganda da Globo)
Quinta, 23 de julho de 2008.
Querido Didi,
Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação
mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o
futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos
(apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu Nome para
colar nas correspondências).
Achei que as cartas não deveriam sem endereçadas à mim. Agora,
novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido as suas
solicitações. Diante de sua insistência, me senti na obrigação de
parar tudo e te escrever uma resposta.
Não foi por 'algum' motivo que não fiz a doação em dinheiro
solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não
participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever
umas dez páginas sobre esses motivos). Você diz, em sua última Carta,
que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a
chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua
formação.
Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada
publicitária eu conheço muito bem. Esse tipo de texto apelativo pode
funcionar com muitas pessoas mas, comigo não. Eu não sou ministra da
educação, não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem
posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula. A
minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos quando comecei a
trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da minha família.
Trabalhei muito e, te garanto, trabalho não mata ninguém. Muito pelo
contrário, faz bem! Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo,
estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu
já era uma micro empresária.
Didi, talvez você não tenha noção do quanto o Governo Federal
tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo
o mais que o povo brasileiro precisa. Os impostos são muito altos! Sem
falar dos Impostos embutidos em cada alimento, em cada produto ou
serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha
família.
Eu já pago pela educação duas vezes: pago pela educação na
escola pública, através dos impostos, e na escola particular,
mensalmente, porque a escola pública não atende com o ensino de
qualidade que, acredito, meus dois filhos merecem. Não acho louvável
recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir
pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos
outros problemas sociais.
O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os
administradores, dessa dinheirama toda, não têm a educação como
prioridade. Pois a educação tira a subserviência e esse fato, por si
só não interessa aos políticos no poder. Por isso, o dinheiro está
saindo pelo ralo, estão jogando fora, ou aplicando muito mal. Para
você ter uma idéia, na minha cidade, cada alimentação de um
presidiário custa para os cofres públicos R$ 3,82 (três reais e
oitenta e dois centavos) enquanto que a merenda de uma criança na
escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos)! O governo precisa rever
suas prioridades, você não concorda? Você pode ajudar a mudar isso!
Não acha?
Você diz em sua Carta que não dá para aceitar que um
brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou
conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você.
por isso
que sua Carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria se
endereçada ao Presidente da República. Ele é 'o cara'. Ele tem a chave
do Cofre e a vontade política para aplicar os recursos. Eu e mais
milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que ele faça o que
for necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país,
sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. Mas, infelizmente, não
é o que acontece...
No último parágrafo da sua Carta, mais uma vez, você joga a
responsabilidade para cima de mim dizendo que as crianças precisam da
'minha' doação, que a 'minha' doação faz toda a diferença. Lamento
discordar de você Didi. Com o valor da doação mínima, de R$ 15,00, eu
posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um
mês ou posso comprar pão para o café da manhã por 10 dias.
Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo,
mas R$ 15,00 eu não vou doar. Minha doação mensal já é muito grande.
Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que
ganho. Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que
eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria
muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família.
Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer não
para quase tudo que meus filhos querem ou precisam? Meu filho de 12
anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras
demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo? Acredito que
não. Você é um homem de bom senso e saberá entender os meus motivos
para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.
Outra coisa Didi, mande uma Carta para o Presidente pedindo
para ele selecionar melhor os ministros e professores das escolas
públicas. Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e
para o ensino. Melhorar os salários, desses profissionais, também
funciona para que eles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a
camisa da educação. Peça para ele, também, fazer escolas de horário
integral, escolas em que as crianças possam além de ler, escrever e
fazer contas possa desenvolver dons artísticos, esportivos e
habilidades profissionais. Dinheiro para isso tem sim! Diga para ele
priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.
Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de
Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me
despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos
Dois Filhos que Pari
P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você
mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.
PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança. Fiquem
sabendo, as organizações Globo entregam todo o dinheiro arrecadado à
UNICEF e recebem um recibo do valor para dedução do seu imposto de
renda. Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser
deduzida do seu imposto de renda, porque é ela quem o faz.
PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?
MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?
domingo, 3 de agosto de 2008
♥ Reflexões ♥
(Pablo Picasso)
"Digno de admiração é aquele que tendo tropeçado ao dar o primeiro passo, levanta-se e segue em frente."
( Carlos Fox)
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem
momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
(Fernando Pessoa)







